O estado nutricional faz diferença para se recuperar da Covid-19

desnutrição integra a lista de ameaças a quem é internado pela Covid-19 — e, pior, pode comprometer a recuperação. Pesquisas independentes que fazem parte do projeto internacional NutriCOVer, da Danone, demonstram que é significativo o índice de pessoas que apresentam dificuldades para se alimentar, perda de peso e carência de nutrientes nesse contexto.

E indicam que a avaliação nutricional e a suplementação adequada não só auxiliam a minimizar os riscos como encurtam o tempo de hospital. O Brasil faz parte da iniciativa por meio de um estudo coordenado pelos médicos Dan Waitzberg, da Universidade de São Paulo (USP), e Paulo César Ribeiro, do Hospital Sírio-Libanês (SP).

Eles acompanharam 357 pacientes internados e constataram que cerca de seis em cada dez apresentaram manifestações sensoriais ou gastrointestinais que geraram prejuízos à ingestão de comida.

Segundo Waitzberg, a Covid-19 pode deflagrar um estado de inflamação sistêmica, que exige esforço e reservas de energia do corpo para ser controlada. Sem combustível suficiente, o organismo tem um trabalho bem mais árduo pela frente.

Por isso, a pesquisa também testou o uso de um suplemento altamente energético e proteico em pacientes com essa demanda. “Ele teve ótima aceitação e ajudou a alcançar as necessidades nutricionais, o que potencialmente contribui para a recuperação”, resume o professor da USP.

Estudo brasileiro aponta benefícios do apoio especializado e da suplementação no hospital

O estado nutricional faz diferença para se recuperar da Covid-19

publicado originalmente em Veja saúde

A anatomia dos vícios: por que eles surgem e como domá-los

O dia em que a Terra (quase) parou. Assim pode ser descrito o 4 de outubro de 2021. Em plena segunda-feira, 2,85 bilhões de usuários do Facebook não conseguiram acessar a maior rede social do planeta. Não foram os únicos: 2 bilhões de perfis do WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado pelos brasileiros, e 1,3 bilhão do Instagram também ficaram impossibilitados de se comunicar, trabalhar ou se divertir.

O apagão durou quase sete horas. Mas, para quem sofre de dependência tecnológica, transtorno que atinge, segundo cálculos da Organização Mundial da Saúde (OMS), em torno de 468 milhões de pessoas, pareceu uma eternidade. “Dizem que a internet é a nova cocaína. Prefiro dizer que é uma nova forma de prazer artificial”, afirma o psiquiatra Antônio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“A sensação de ganhar uma curtida na rede social é tão boa que leva o indivíduo a querer mais. Daí que ganhar likes pode ser tão viciante quanto consumir drogas”, completa o pesquisador do Instituto Delete — Uso Consciente de Tecnologias.

A pane que tirou as principais redes sociais do ar não foi o único golpe a arranhá-las. No dia seguinte, uma ex-executiva do Facebook, Frances Haugen, prestou depoimento ao Senado americano denunciando a companhia por priorizar “o lucro em detrimento da segurança”. A engenheira da computação chegou a comparar a gigante da tecnologia à indústria do tabaco, que, por décadas, negou que fumar fazia mal à saúde, e apelou por sua regulamentação urgente.

Sua fala ecoa diretamente a de Edward Tufte, professor da Universidade Yale, nos EUA, em entrevista ao documentário O Dilema das Redes, da Netflix: “Existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de usuários, a de drogas e a de softwares”.

Dependência online, compulsão alimentar, vontade incontrolável de beber, fumar, comprar… Os vícios parecem ter piorado após a pandemia. O que fazer?

A anatomia dos vícios: por que eles surgem e como domá-los

publicado originalmente em Veja saúde

Exército dos EUA testa droga antienvelhecimento

A quantidade de NAD+ vai caindo ao longo da vida, e isso contribui para a degradação dos tecidos do organismo. Logo, repor essa substância pode ajudar a frear o envelhecimento. Só que as moléculas dela são grandes demais para atravessar a membrana celular, então não adiantaria ingeri-la ou injetá-la.

Mas a MetroBiotech diz ter encontrado uma maneira de elevar a produção natural de NAD+ com sua nova droga. Ela está sendo testada pelas Forças Armadas dos EUA, que já concluíram a primeira fase de ensaios clínicos (cujo objetivo é apenas verificar se um medicamento é seguro). A Fase 2, que irá avaliar a eficácia, deverá estar concluída até setembro de 2022.

Remédio tenta aumentar o nível de uma coenzima – e passou no primeiro teste.

Exército dos EUA testa droga antienvelhecimento

publicado originalmente em superinteressante

%d blogueiros gostam disto: