Dose adicional contra a Covid-19 tem intervalo reduzido e público ampliado

O Ministério da Saúde anunciou a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço da vacina contra o coronavírus de seis para cinco meses. A decisão contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente do grupo etário ou profissão. A medida também vale para quem recebeu a vacina da Janssen, inicialmente recomendada como dose única.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, declarou que a decisão foi baseada em dados preliminares de estudos científicos dedicados a avaliar a aplicação dessa dose adicional. O ideal é que ela seja de um tipo diferente daquele oferecido anteriormente.

Queiroga garantiu que o estoque de imunizantes será suficiente para atender à demanda. Atualmente, há 12,47 milhões de pessoas aptas a receber o reforço.

Vale lembrar, no entanto, que cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista. Segundo a secretária extraordinária de enfrentamento à covid-19, Rosana Melo, pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria nessa situação.

Ministério da Saúde anunciou que reforço será aplicado cinco meses após segunda dose e valerá para todos os adultos

Dose adicional contra a Covid-19 tem intervalo reduzido e público ampliado

publicado originalmente em Veja saúde

Pessoas com “síndrome do impostor” são mais empáticas no trabalho, diz estudo

O termo “síndrome do impostor” foi utilizado pela primeira vez em 1978 pelas psicólogas Pauline Clance e Suzanne Imes. As pesquisadoras da Universidade do Estado da Geórgia, nos EUA, estavam investigando mulheres com carreiras ilustres que não se sentiam tão notáveis assim. Na verdade, elas achavam que haviam conquistado suas posições por sorte, e não mérito.

Mulheres e outros grupos minoritários são os mais afetados pela chamada síndrome do impostor, nome dado àquele sentimento de que você não merece estar no cargo que ocupa, ou não merece o reconhecimento recebido. Apesar de ser mais predominante em alguns grupos específicos, o problema afeta todos os tipos de pessoas e pode estar associado a ansiedade e baixa autoestima.

Porém, uma psicóloga do MIT Sloan School of Management, nos EUA, encontrou um lado bom por trás desse sentimento tão negativo. 

Estudo mostra que, para compensar o sentimento de fraude, estes funcionários acabam sendo mais simpáticos e colaborativos no ambiente profissional.

Pessoas com “síndrome do impostor” são mais empáticas no trabalho, diz estudo

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “A MÍSTICA MEDIEVAL QUE CONFRONTOU A INQUISIÇÃO:  Marguerite Porete – Lúcia Helena da Nova Acrópole” no YouTube

Uma aula muito interessante com a querida Professora Lúcia Helena Galvão, vamos conhecer a história de Marguerite Porete , uma mulher à frente do seu tempo.

Nova Acrópole aqui!

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