Molecagem

“Sabe aquela vontade de rolar solto na grama verde, tomar banho de chuva ou comer chocolate até se fartar ? É tua criança interior querendo ser ela mesma…deixa de ser ranzinza e manda esse moleque ir brincar!”

Mágica Mistura

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Silenciosas, hepatites B e C são as principais causas do câncer do fígado

Cerca de 700 mil pessoas morrem de câncer de fígado todos os anos no mundo – são quase 10 mil só no Brasil. Entre as principais causas para o desenvolvimento da doença estão as hepatites virais B e C. Ambas são bastante negligenciadas, até porque evoluem de forma silenciosa – assim como o próprio tumor de fígado.

Para ter ideia, uma pesquisa com quase 2 mil pessoas encomendada pelo Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) ao Datafolha constatou que mais da metade dos entrevistados (60%) nunca fez teste (ou não sabe se fez) para hepatite C nem para hepatite B (52%), sendo que muita gente declarou ter consciência de que os testes são gratuitos no Sistema Único de Saúde (SUS).

A questão é que, para 47% e 46% das pessoas, respectivamente, os testes parecem desnecessários porque elas não sentem necessidade/dor e por falta de interesse mesmo.

Por outro lado, a pesquisa aponta que o brasileiro está se vacinando para prevenir a hepatite B, a mais grave, e que não tem cura. Dois a cada três participantes garantiram ter recebido as três doses do imunizante. O perfil de quem já tomou, no entanto, é das classes econômicas mais altas. Ou seja, essa atitude precisa ser disseminada entre a população em geral.

Cabe lembrar que, enquanto a hepatite B pode ser prevenida com vacina, a hepatite C tem cura.

Pesquisa aponta que os brasileiros deixam de investigar essas doenças por falta de sintomas, mesmo com testes gratuitos disponíveis na rede pública

Silenciosas, hepatites B e C são as principais causas do câncer do fígado

publicado originalmente em Veja saúde

Primeiros continentes surgiram 700 milhões de anos antes do que se pensava

As praias não surgiram em um passe de mágica. A areia em que você faz sua caminhada é um conjunto de partículas de rocha, que sofreram erosão por conta dos ventos e chuvas. Os cursos d’água carregaram esse material até a costa, formando o imenso corredor bege em que tomamos Sol. Essa é uma operação que já dura bilhões de anos, e que pode ajudar os cientistas a entender detalhes sobre a origem dos continentes. Basta procurar pelos primeiros depósitos de areia para compreender detalhes sobre o passado. 

Foi o que fizeram os pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália. Eles analisaram antigas formações de arenito – rocha sedimentar resultante da deposição de areias – encontradas em Singhbhum, no leste da Índia. Os cientistas fizeram a datação de grãos microscópicos de um mineral chamado zircão, que fica dentro do arenito. A partir daí, concluíram que o material teria se aglomerado entre 3,3 e 3,2 bilhões de anos atrás.

O período não remete apenas ao surgimento de uma das primeiras praias, mas também ao aparecimento dos primeiros continentes, refutando pesquisas anteriores que apontavam a emersão das massas terrestres para 2,5 bilhões de anos atrás. O estudo completo foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Mas qual é a origem dessas massas de terra continentais? Na base da crosta terrestre existem rochas que, ao derreterem, formavam grandes continentes de granito (rocha magmática). Mas eles não emergiram de uma hora para outra: há indícios de que essa camada de granito foi ficando cada vez mais espessa e, à medida em que isso acontecia, ela se tornava mais suscetível a flutuar. Quando este cráton atingiu cerca de 50 quilômetros de espessura, tornou-se capaz de subir à superfície.

Massas terrestres teriam emergido do oceano há cerca de 3,2 bilhões de anos – a descoberta pode explicar o aumento de oxigênio na atmosfera e a formação de geleiras durante o período.

Primeiros continentes surgiram 700 milhões de anos antes do que se pensava

publicado originalmente em superinteressante

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