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🍀 Relicário

É uma índia com colar
A tarde linda que não quer se pôr
Dançam as ilhas sobre o mar
Sua cartilha tem o A de que cor?

O que está acontecendo?
O mundo está ao contrário e ninguém reparou
O que está acontecendo?
Eu estava em paz quando você chegou

E são dois cílios em pleno ar
Atrás do filho vem o pai e o avô
Como um gatilho sem disparar
Que invade mais um lugar
Onde eu não vou

O que você está fazendo?
Milhões de vasos, nenhuma flor
Oh uô uô, o que você está fazendo?
Um relicário imenso deste amor

Corre a lua porque longe vai?
Sobe o dia tão vertical
O horizonte anuncia com o seu vitral
Que eu trocaria a eternidade por esta noite

Porque está amanhecendo?
Peço o contrario, ver o sol se pôr oh uô uô uô
Porque está amanhecendo?
Se não vou beijar seus lábios quando você se for

Quem nesse mundo faz o que há durar
Pura semente dura o futuro amor
Eu sou a chuva pra você secar
Pelo zunido das suas asas você me falou

E o que você está dizendo?
Milhões de frases, nenhuma cor, ôô
O que você está dizendo?

Uh huh
Um relicário imenso deste amor

O que você está dizendo?
O que você está fazendo?
Por que que está fazendo assim?
Está fazendo assim?Está fazendo assim?Está fazendo assim?

🍀Fonte: LyricFind

Compositores: José Fernando Gomes Dos Reis

Letra de Relicário © Warner Chappell Music, Inc

imagens do Pinterest

No século 19, sobreviventes da febre amarela já usavam passaportes de imunidade

Em 1804, o território de Gibraltar, localizado ao sul da Península Ibérica, passou por uma epidemia de febre amarela. Ao longo de quatro meses, mais de 2,2 mil pessoas morreram pela doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. As autoridades de saúde tentavam frear o problema, mas essa não era uma tarefa fácil – já que naquela época ninguém sabia explicar como ocorria a transmissão. 

Gibraltar era um território estratégico, já que ficava ao lado da única rota que permitia a entrada no Mediterrâneo pelo Oceano Atlântico. Era um Território Britânico Ultramarino, e servia de fortaleza para muitos militares. As pessoas viviam amontoadas dentro dos muros da colônia, dividindo um quarto para dez pessoas, por exemplo.

Além disso, nenhum rio ou nascente atravessava o território – a população precisava coletar a água da chuva em baldes para consumo próprio. Era a receita para o desastre: a água parada combinada ao ambiente quente do verão formam um prato cheio para o Aedes aegypti. As infecções só cessariam com a chegada do inverno. 

A epidemia de 1804 não foi a única: também ocorreram surtos em 1810, 1813, 1814 e 1828. Uma pesquisa publicada no periódico científico BMJ Global Health mostra que as autoridades já estavam mais preparadas para o segundo surto. Foi criado um acampamento de quarentena, para onde os infectados eram levados à força até que a situação no território melhorasse. Cerca de 4 mil pessoas passaram por lá.

Moradores de Gibraltar, na Península Ibérica, recebiam “passes de febre” que liberavam a circulação no território. Dois deles estão guardados em um museu nacional.

No século 19, sobreviventes da febre amarela já usavam passaportes de imunidade

publicado originalmente em superinteressante

Brasil continua a vender Clorpirifós, agrotóxico banido nos EUA, e que foi ligado a diminuição do QI de crianças

Banido recentemente dos EUA, Europa e Argentina, inseticida clorpirifós continua na lista dos mais vendidos no Brasil. Não há data para revisão Por Pedro Grigori – Agência Pública/Repórter Brasil

  Em agosto deste ano, os Estados Unidos baniram o uso do inseticida clorpirifós depois que estudos apontaram problemas causados por este agrotóxico à saúde humana, entre […]

Brasil continua a vender Clorpirifós, agrotóxico banido nos EUA, e que foi ligado a diminuição do QI de crianças

publicado originalmente em blog do pedlowski

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