Monitorar vírus, fungos e bactérias pode evitar novas pandemias

A pandemia de covid-19 tornou mais evidente a necessidade dos chamados sistemas de sentinela, que monitoram agentes patológicos a fim de evitar surtos ou mesmo prever futuras epidemias. Além de vírus como o Sars-CoV-2, porém, é fundamental monitorar também fungos e bactérias que ainda não possuem tratamentos eficazes e podem se espalhar. Esse foi o tema da 4ª Conferência Fapesp 60 anos, “Desafios à Saúde Global”.

O evento teve como mediadora Helena Nader, professora da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) e integrante do Conselho Superior da Fapesp.

“É muito importante termos sistemas de sentinela que permitam que uma pandemia, no início do seu surgimento, seja rapidamente detectada e combatida. Mas tudo isso requer uma interação, uma cooperação, que nem sempre são naturais”, destacou Luiz Eugênio Mello, diretor científico da Fapesp, durante a abertura do evento.

Cientistas alertam para os desafios de diagnosticar e combater agentes patológicos com o potencial de causar surtos de doenças infecciosas

Monitorar vírus, fungos e bactérias pode evitar novas pandemias

publicado originalmente em Veja saúde

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🌎 Terra

Quando eu me encontrava preso na cela de uma cadeia
Foi que eu vi pela primeira vez as tais fotografias
Em que apareces inteira, porém lá não estavas nua
E sim coberta de nuvens

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Ninguém supõe a morena dentro da estrela azulada
Na vertigem do cinema, mando um abraço pra ti
Pequenina como se eu fosse o saudoso poeta
E fosses a Paraíba

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Eu estou apaixonado por uma menina terra
Signo de elemento terra, do mar se diz: terra à vista
Terra para o pé, firmeza, terra para a mão, carícia
Outros astros lhe são guia

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Eu sou um leão de fogo, sem ti, me consumiria
A mim mesmo eternamente e de nada valeria
Acontecer de eu ser gente, e gente é outra alegria
Diferente das estrelas

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

De onde nem tempo e nem espaço, que a força mande coragem
Pra gente te dar carinho durante toda a viagem
Que realizas no nada, através do qual carregas
O nome da tua carne

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

Nas sacadas dos sobrados, das cenas do salvador
Há lembranças de donzelas do tempo do imperador
Tudo, tudo na Bahia faz a gente querer bem
A Bahia tem um jeito

Terra
Terra


Por mais distante o errante navegante
Quem jamais te esqueceria

🌎Fonte: Musixmatch

Compositores: Caetano Veloso

Letra de Terra © Uns Producoes Artisticas Ltda

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Já cuidou dos seus pés hoje?

Milênios antes de os tênis de corrida surgirem, nossos antepassados já andavam em alta velocidade por aí. Não por esporte: eram tempos de caça ou caçador. Em meio à concorrência com outros animais, o ser humano também pulava, escalava e escapava dos obstáculos pelo caminho. Para ter sucesso em suas jornadas diárias, nossa espécie dependia de uma tecnologia avançada que já vinha de fábrica: os próprios pés.

Mas, com o avançar dos séculos, os calçados que foram inventados inicialmente para protegê-los do frio ou de pedras e espinhos se converteram em algo a mais. Andamos dentro de casa de chinelo, vamos ao escritório de sapato e ainda nos exercitamos com tênis que potencializam nossas habilidades naturais. Daí que os pés não precisam mais fazer o trabalho duro de antigamente. E isso pode se tornar um problema.

“Nossos pés têm mais de 150 elementos, entre músculos, articulações e ligamentos. Mas hoje ficam muito tempo acomodados em calçados mais rígidos e estruturados”, explica a educadora física Isabel Sacco, coordenadora do Laboratório do Movimento e Postura Humana da Universidade de São Paulo (USP).

Eles nos levam para cima e para baixo e, em geral, não ganham a devida atenção. Mas podem e devem receber cuidados — e tem até exercícios para essa dupla

Já cuidou dos seus pés hoje?

publicado originalmente em Veja saúde