Sonhadora…🧚‍♂️✨✨

Quero um respiro

Dou um longo suspiro

Oceano de preguiça,da boa

Nada prá fazer?!

Vou é sonhar…

Com vindouros dias,

Mais felizes,mais tranquilos

Com todos esperançosos,

Com brilho no olhar

Mansidão na alma…

Dias de luz e cor

De abundantes sorrisos

Raras dúvidas,poucas sombras

Onde o presente é precioso

E o futuro…ah,o futuro

Garantido está…

Não custa nada sonhar

É deles que fazemos a realidade

Mãos à obra, então

Vou atrás de uma rede…

Encostar a cabeça e dar asas

Impulso,e chance

À minha fértil imaginação…

imagens do Pinterest

Variante Delta reforça a importância do uso correto de máscaras

A necessidade de usar corretamente as máscaras é reafirmada com a chegada da variante Delta do coronavírus, que pode ser até 40% mais transmissível do que a Alfa, segundo estudos. Para se proteger dela, o ideal é optar pelo modelo PFF2 (ou N95), principalmente em situações de maior risco. Mas é possível criar estratégias com o que se tem na mão – seguindo algumas regrinhas básicas de segurança.

“A Delta é mais eficiente em infectar pessoas. Ou seja, não é preciso ter uma grande quantidade de vírus no ar para alcançar alguém, e uma pessoa contaminada pode levar a doença a mais gente”, explica Carlos R. Zárate-Bladés, pesquisador do Laboratório de Imunorregulação do centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina.

A alta capacidade de filtragem da PFF2 faz dela a preferida entre os especialistas, mas utilizar os demais modelos de forma adequada também é eficiente

Variante Delta reforça a importância do uso correto de máscaras

publicado originalmente em Veja saúde

O gigante adormecido que pode definir o futuro do planeta

Desastres naturais têm se tornado constantes nas notícias, especialmente nos últimos dois anos: queimadas das matas tropicais, incêndios de grandes proporções na América do Norte e Europa, chuvas torrenciais e inundações na Ásia e, surpreendentemente, no norte da Europa. Em agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (Intergovernmental Panel on Climate Change; IPCC) foi categórico em seu sexto relatório ao atribuir a atividades humanas a intensificação do processo de mudanças climáticas. O documento conecta a emissão de gases estufa ao aumento da temperatura média global, salientando que em menos de 10 anos a mesma deve aumentar no mínimo em 1,5°C em relação ao período pré-industrial. Caso as expectativas se confirmem, esse aumento deve levar a um aceleramento no derretimento das calotas de gelo polares e a sucessivos aumentos no nível do mar, além de eventos climáticos acentuados e incomuns em diferentes regiões do planeta. Embora todas essas mudanças sejam desastrosas já a curto prazo, um processo silencioso e potencialmente mais letal está ocorrendo em um tipo de solo da região em altas latitudes que ocupa 25% das terras do hemisfério norte, o equivalente a cerca de 13 milhões de quilômetros quadrados, conhecido por permafrost.

Desastres naturais têm se tornado constantes nas notícias, especialmente nos últimos dois anos: queimadas das matas tropicais, incêndios de grandes proporções na América do Norte e Europa, chuvas torrenciais e inundações na Ásia e, surpreendentemente, no norte da Europa. Em agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (Intergovernmental Panel on Climate Change; IPCC) […]

O gigante adormecido que pode definir o futuro do planeta

publicado originalmente em darwinianas

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