Assim como os humanos, chimpanzés parecem ter saudações de “oi” e “tchau”

Ao chegar em uma roda de amigos, é comum que você cumprimente o grupo, seja com um aceno de mãos ou mesmo uma interação mais íntima com cada um dos presentes. O mesmo acontece ao ir embora. Até então, pensava-se que o costume de saudar uns aos outros antes e depois de uma interação social fosse algo restrito aos humanos, mas pesquisadores da Universidade de Neuchâtel, na Suíça, mostraram que outros primatas também exibem tal comportamento. 

A cientista Raphaela Heesen, uma das autoras do estudo, estava observando como os bonobos (uma espécie de porte um pouco menor que os chimpanzés e bastante próxima de nós geneticamente) reagem a uma interação social interrompida. Para retornar às atividades, um deles começou a realizar alguns gestos, convocando um parceiro. A pesquisadora começou a refletir se aqueles movimentos equivaliam de alguma forma às saudações humanas.

Os primatas trocam olhares, dão as mãos ou batem cabeças para iniciar e terminar interações. E rola até bajulação quando há hierarquia em jogo.

Assim como os humanos, chimpanzés parecem ter saudações de “oi” e “tchau”

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Zé Ramalho – Chão de Giz (Ao Vivo)” no YouTube

🌷Chão de giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre
Um Chão de Giz
Há meros devaneios tolos
A me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas
Amiúde!
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes…

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe
Um grão-vizir
Há tantas violetas velhas
Sem um colibri
Queria usar quem sabe
Uma camisa de força
Ou de vênus
Mas não vou gozar de nós
Apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom…

Agora pego
Um caminhão na lona
Vou a nocaute outra vez
Prá sempre fui acorrentado
No seu calcanhar
Meus vinte anos de “boy”
That’s over, baby!
Freud explica…

Não vou me sujar
Fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes
Já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo
É assunto popular…

No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais!…

🌷Fonte: Musixmatch

Compositores: Jose Ramalho Neto

imagens do Pinterest

Remédios para dormir: quando são necessários e quais os riscos?

A pandemia do coronavírus mudou hábitos, atingindo em cheio as noites de sono as pessoas. Com isso, cresceu a quantidade de gente que está se medicando (com e sem ajuda de um profissional) para afastar as crises de insônia. Mas o mau uso dessas substâncias pode piorar a qualidade do repouso e ainda afetar a saúde.

Quem não dorme bem certamente paga a conta no dia seguinte, como ressalta Claudio Martins, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). “Os reflexos se tornam lentos, a pessoa fica mais irritada do que o normal. Todos nós temos noites ruins, mas, quando isso se repete, é sinal de que o problema é crônico e está na hora de procurar ajuda de um médico”, pontua o psiquiatra.

Aumentou a procura de soluções para dormir bem na pandemia. Quando a higiene do sono não basta, medicamentos podem ajudar. Mas só com acompanhamento

Remédios para dormir: quando são necessários e quais os riscos?

publicado originalmente em Veja saúde

Às vésperas dos Jogos Paraolímpicos, Japão encara pico inédito de casos

Os Jogos Paraolímpicos – disputados por atletas com deficiência física ou intelectual – começam no dia 24 de agosto em meio a uma alta inédita de casos de covid-19 no Japão. Na última quinta (18), o país registrou 18 mil infectados pelo coronavírus, contra os aproximadamente 15 mil do dia anterior. Desses 18 mil, 5 mil estão em Tóquio: foi o segundo maior número contabilizado na cidade desde o início da pandemia, em março de 2020.

Já há mais de 200 pacientes graves ocupando leitos de UTI na capital, e o governo teme que o sistema hospitalar não possua vagas suficientes para dar conta da demanda nas próximas semanas (no começo deste mês, a ocupação já estava em 70%).

De acordo com o Washington Post, oito pessoas com idades entre 30 e 50 anos já morreram de covid-19 em casa após seguirem a orientação de permanecerem isoladas em vez de buscar atendimento médico. Os hospitais foram instruídos a aceitar apenas os pacientes mais graves para evitar sobrecarga. “Eles chamam de tratamento em casa, mas é abandono em casa”, afirmou à TV pública NHK o líder do principal partido de oposição, Yukio Edano.

53% da população não confia nas vacinas – que só começaram a chegar em fevereiro –, primeiro-ministro nega que as Olimpíadas tenham relação com a alta.

Às vésperas dos Jogos Paraolímpicos, Japão encara pico inédito de casos

publicado originalmente em superinteressante

Pesquisadores descobrem nova espécie de dinossauro no Brasil

Ypupiara lopai é a mais nova espécie de dinossauro tupiniquim. O animal ilustrado acima pertence à família dos dromeossaurídeos, cujo membro mais conhecido é o velociraptor. Eles viveram em algum momento entre 72 e 66 milhões de anos atrás, pouco antes do fatídico asteroide atingir a Terra e extinguir dos dinos.

Os dromeossaurídeos são um subgrupo dos terópodes – aqueles dinossauros que andam em duas patas e são geralmente carnívoros. O tiranossauro, por exemplo, é um terópode. Só que o Ypupiara é mais próximo das aves atuais do que do T. Rex. “É como se ele fosse tio das aves, e os tiranossauros fossem os bisavós”, explica Arthur Brum, doutorando do Museu Nacional e líder da pesquisa. O Ypupiara já tinha penas, mas não conseguia voar, já que as asas só surgiram posteriormente na linhagem das aves.

O Ypupiara lopai é o primeiro dromeossaurídeo (a família dos velociraptors) encontrado no país. O fóssil original foi destruído no incêndio do Museu Nacional, mas os cientistas conseguiram descrevê-lo a partir de outros registros.

Pesquisadores descobrem nova espécie de dinossauro no Brasil

publicado originalmente em superinteressante

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