Guia reúne dicas para sensibilizar empresas sobre casos de depressão

O trabalho é o lugar em que a gente passa a maior parte do tempo e, ainda bem, tem crescido a preocupação em cuidar da depressão nesse ambiente. Afinal, ignorar os sinais e não buscar o tratamento dessa doença pode causar a piora do quadro – e casos graves aumentam o risco até de suicídio.

Para ter ideia, um em cada cinco brasileiros acaba pedindo pensão por invalidez por causa de transtornos mentais. O impacto disso pesa inclusive no bolso: o Brasil é o segundo país com maior perda financeira ligada à depressão no serviço. São US$ 63,3 bilhões (mais de R$ 37 trilhões), segundo estudo de 2016 da London School of Economics – ficamos atrás apenas dos Estados Unidos. 

A depressão é a principal causa médica de incapacitação. Guia pretende reduzir o preconceito sobre a doença no trabalho e facilitar a busca por ajuda

Guia reúne dicas para sensibilizar empresas sobre casos de depressão

publicado originalmente em Veja saúde

Enzima produzida por vagalume poderá ajudar a detectar o novo coronavírus

Ao combinar uma enzima encontrada em vagalumes com uma proteína capaz de se ligar ao novo coronavírus, pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) desenvolveram uma nova estratégia para detectar em amostras biológicas anticorpos contra o patógeno causador da Covid-19.

A enzima usada na pesquisa pertence à classe das luciferases, cujo papel é catalisar reações que transformam energia química em energia luminosa – fenômeno que genericamente recebe o nome de bioluminescência. Dentre todas as luciferases conhecidas, aquela produzida pelo vagalume Amydetes vivianii é uma das que geram bioluminescência mais brilhante e estável.

Estudo mostra como a biodiversidade de nossas florestas e a ciência, juntas, podem trazer soluções inovadoras para o nosso dia a dia

Enzima produzida por vagalume poderá ajudar a detectar o novo coronavírus

publicado originalmente em Veja saúde

Do que é feito o pensamento? A ciência por trás da voz na sua cabeça

Algumas pessoas falam com si mesmas o dia todo; outras têm mentes silenciosas. Algumas formam imagens mentais vívidas; em outras, o olho da mente é cego. Faz poucas décadas que os psicólogos criaram ferramentas para investigar nosso fluxo de consciência. Até que ponto podemos acessar – e explicar – o interior de nossas próprias cabeças?

Do que é feito o pensamento? A ciência por trás da voz na sua cabeça

publicado originalmente em superinteressante

Amenidades…

Prioridades, necessidades

Levar a vida, curtir o momento

Olhe em volta, futilidade

Olhando para dentro

Encontro o que é justo

Tanta coisa rolando

Não fique mudo

Ficar alheio não é opção

Fingir nada haver

É pura omissão

Viver de amenidades, disparidades

Tudo muda,mude isto

Não sejamos submissos

Ao que todo mundo faz

Seguir o rebanho é simples

Tomar as rédeas , não

Prioridades, amenidade

O mundo precisa de mais

Mais empatia e verdade 🌻

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Temperaturas anormais levam a 5 milhões de mortes por ano, indica estudo

Temperaturas anormais relacionadas às mudanças climáticas podem ser a causa de mais de 5 milhões de mortes por ano em todo o mundo, segundo estudo liderado pela Universidade Monash, na Austrália, e publicado na revista The Lancet Planetary Health.

A equipe internacional de pesquisadores analisou dados de 2000 a 2019 – um período em que as temperaturas globais aumentaram 0,26 °C por década – e constatou que as mortes por temperaturas elevadas aumentaram em todas as regiões estudadas. Não só as temperaturas quentes levaram às mortes: o frio fora do comum também se mostrou fatal.

Pesquisadores analisaram dados de 750 locais ao redor do mundo referentes ao período de 2000 a 2019 para medir o impacto das variações climáticas nas taxas de mortalidade.

Temperaturas anormais levam a 5 milhões de mortes por ano, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Salmão de cativeiro liberou vírus no mar

O vírus PRV-1, que ataca os rins e o fígado dos salmões que vivem na costa do Canadá, se originou numa “fazenda aquática” de criação de peixes na Noruega, de onde ele escapou três décadas atrás.

Isso foi comprovado por um estudo (1) que sequenciou o código genético de 86 amostras do PRV-1 coletadas em vários pontos do Pacífico e do Atlântico nos últimos 35 anos e conseguiu reconstruir a história evolutiva do vírus.

Vírus PRV-1, que infecta e mata peixes no litoral do Canadá, se originou bem longe dali: em uma criação na Noruega

Salmão de cativeiro liberou vírus no mar

publicado originalmente em superinteressante

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