30 anos sem Gonzaguinha: ‘O que é o que é?’ é a música mais tocada

Ela também foi a mais regravada. Levantamento do Ecad revela suas músicas de maior sucesso nos últimos anos.

Nesta quinta (29), completam-se 30 anos desde a morte do cantor e compositor de grandes sucessos da música brasileira, Gonzaguinha. O artista morreu em 1991, após sofrer um acidente automobilístico na cidade de Marmeleiro, no Paraná. Em sua homenagem, um levantamento do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) revela suas músicas de maior sucesso nos últimos anos.

30 anos sem Gonzaguinha: ‘O que é o que é?’ é a música mais tocada

publicado originalmente em Veja

Lembranças✨🧚🌻

Uma sensação gostosa

Um sentimento que brota à toa

Uma visão,uma palavra

Um aroma, um jardim

Um raio de sol que cai

Daquele jeito,naquela folha

A chuva se formando ao longe

Aquele cheiro de terra molhada

Direto da nossa infância …

Também pode ser um toque suave

Uma música ao longe

A cena do filme que te toca

Uma imagem esmaecida,

Porém presente …

A lembrança do ente querido

Que partiu,mas está logo ali

Atrás do véu…

Enfim, lembranças…

Sejam boas,ou nem tanto

Fazem de nós o que somos

Prontos ou não

Aceitemos ou não

A existência é um ciclo

De acontecimentos, lições

Aprendizado , recordações

Quanto mais longa a jornada

Maior bagagem,mais lembranças

Feliz de quem as têm…

Somos feitos delas,

Do hoje,e do amanhã…

… que certamente vêm…💜

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Assista a “14 Bis – Bola De Meia, Bola De Gude (Ao Vivo)” no YouTube

Bola de meia,Bola de gude…🎠🏐

Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente
O sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor

Pois não posso, não devo
Não quero viver como toda essa gente insiste em viver
Não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal

Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente
O sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor

Pois não posso, não devo
Não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem
Ser coisa normal

Bola de meia
Bola de gude
Um solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança um menino me dá a mão

Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja ele vem pra me dar a mão

🎠🏐🧚Fonte: Musixmatch

Compositores: Milton Nascimento / Fernando Brant

Letra de Bola de meia, bola de gude © Nascimento Edicoes Musicais Ltda

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Comidas e folclore: Os doces de tabuleiros

Os doces de tabuleiros como as cocadas e doces de leite é uma tradição que foi desenvolvida nas mesas da realeza portuguesa no Brasil colonial. Isso sem falar nas deliciosas rabanadas e fios de ovos trazidas pelos nossos parentes lusitanos. A origem dos doces de ovos nascidos em Portugal vêm das freiras. Elas usavam claras […]

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Assista a “Live 28/04/21 – Kit Covid não funciona e faz mal! Com Dr. Bruno Caramelli” no YouTube

Prá quem ainda acredita que cloroquina, ivermectina…e outras “tinas” resolvem o problema da matança brasileira, Átila Iamarino e o Doutor Bruno Caramelli travam um diálogo frutífero sobre este assunto que, aliás, já deveria estar encerrado.

Vamos aos fatos!

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Macaco Tião inspira personagem de livro infantil sobre Museu Nacional

Em Incêndio no Museu, o animal mais famoso da história do Rio ganha outro nome e, junto a outros bichos, ajuda a apagar o fogo que consumiu a instituição.

Em 1988, o carismático macaco Tião, ilustre morador do zoo carioca, marcou seu nome na história do Rio ao receber 400 000 votos para se tornar prefeito da cidade, como forma de protesto da população. Quando morreu, em 1996, aos 33 anos, foi decretado luto oficial no Rio, e sua morte chegou a ser noticiada na primeira página do jornal francês Le Monde.

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publicado originalmente em Veja